As lembranças boas, guarde. As ruins, esqueça. E as mais especiais, recorde...
domingo, 17 de março de 2013
Que mulher nunca teve um sutiã meio furado, um primo meio tarado, um amigo meio viado? Que mulher nunca levou um fora de querer sumir, ou um remédio pra dormir? Que mulher nunca penou pra ter a perna depilada, pra aturar a empregada ou ir à escola menstruada? Que mulher nunca comeu uma barra de chocolate por ansiedade, um alface por vaidade e beijou um canalha por saudade? Que mulher nunca apertou o pé no sapato para caber, a barriga pra emagrecer ou um ursinho pra não enlouquecer? Que mulher nunca jurou que não estava ao telefone, que não pensa em silicone, ou que “dele” nem lembra o nome?
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